segunda-feira, 11 de maio de 2009

O reforço escolar tem que ter bons professores.

Professores com boa formação, experiência e um treinamento direcionado fazem toda a diferença no nível de qualidade que um serviço terá. Muitas aulas de reforço escolar são dadas por professores que ainda não se formaram ou que tem formação acadêmica diferente das matérias que ministram. O acompanhamento escolar tem muita importância para o bom desenvolvimento educacional e emocional de muitos jovens e crianças. Principalmente quando ele é encarado como uma proposta integral, onde o aluno é acompanhado e assistido em diversos aspectos. Essa integralidade de assistência só pode ser alcançada quando o professor tem o auxilio de outros profissionais, formando assim um trabalho multidisciplinar. Além da assistência de outros especialistas, é importante que esse professor tenha a sensibilidade de acolher e saber lidar com as sugestões e propostas de seus colegas. Logo um trabalho diferenciado necessita de uma estrutura onde existam profissionais capacitados, bem selecionados, bem treinados e com assistência adequada.

Psicólogo Daniel Quadrado.

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Importância do aspecto emocional na educação.

A educação começa a se abrir para a importância do aspecto emocional no aprendizado. Essa visão do processo educacional trás muitos avanços e novas propostas de serviços e tecnologias. Apesar de ser importante, esse avanço só pode ser realmente concretizado em uma estrutura de funcionamento que tenha capacidade de acolher e entender o aspecto emocional do aluno. Para que isso ocorra deve haver o trabalho em parceria entre o professor e o psicólogo. Esse trabalho trás muitos avanços pedagógicos. Essa proposta auxilia milhares de crianças que possuem uma ligação entre sua dificuldade de aprendizado e questões emocionais e neurológicas. Sem essa parceria é difícil um trabalho que realmente tenha efeitos concretos e duradouros para essas crianças.

Psicólogo Daniel Quadrado.


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O tempo pode deixar as dificuldades muito maiores.

Temos o costume de deixar pra depois a resolução de alguns problemas do dia-a-dia. Fazemos isso, pois, temos muitos compromissos e o tempo se torna cada vez mais escasso. Esse adiamento também acontece com os problemas de nossos filhos. A maioria dos pais acaba deixando para a ultima hora a procura de uma solução para os problemas escolares. Quantos já não tiveram que correr atrás de ajuda no fim do ano, quando perceberam que o filho estava a um passo da reprovação escolar. Adiar essa procura pode transformar uma questão inicialmente simples em um problema muito mais complexo.

Quanto mais tempo um profissional tiver para trabalhar com seu filho, maior será a eficácia e a solidez dos resultados. Um acompanhamento escolar que tenha início ainda nos primeiros bimestres do ano tem muito mais possibilidade de dar certo. Se precaver e procurar ajuda antes que a situação se torne muito grave, resulta em uma convivência muito mais pacifica e harmoniosa com seus filhos.

Psicólogo Daniel Quadrado.


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Aspectos envolvidos na dificuldade de aprendizagem

É comum que as pessoas enxerguem a dificuldade de aprendizagem como uma questão estritamente escolar e educacional. Quanto um pai vê o boletim de seu filho com notas “vermelhas”, o primeiro pensamento que vem em sua cabeça é de que faltou estudo ou interesse por parte do aluno. Muitas vezes, e na maioria delas, a nota vermelha é reflexo de um processo muito mais complexo e abrangente do que os pais imaginam. Fatores, tidos como supérfluos ou indiferentes ao aprendizado, são ignorados na hora de tentar entender a origem do baixo desempenho escolar. Fazer uma avaliação mais criteriosa e profunda dos fatos é essencial, para obter assim um panorama mais completo e verídico da situação. Questões emocionais, comportamentais, relacionais, familiares, neurológicas, educacionais, pedagógicas, entre outras, estão presentes nesse universo de possibilidades, que permeiam a dificuldade de aprendizagem. Como a gama de fatores, que podem estar presentes na constituição da dificuldade de aprendizagem de cada aluno, é muito grande, é necessário que a avaliação da situação seja feita por um profissional preparado para tal.

Após a avaliação é essencial que os dados colhidos sejam usados de maneira a criar um trabalho ou atendimento personalizado. Com base nas conclusões tiradas é possível entender melhor a dinâmica de funcionamento da situação. Esse conhecimento aliado à capacidade dos profissionais envolvidos no trabalho, possibilita o desenvolvimento de estratégias e ações que podem realmente modificar para melhor a vida dos alunos.

Psicólogo Daniel Quadrado.


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terça-feira, 7 de abril de 2009

Dificuldade de memorizar.

Você conhece algum adolescente ou criança que tem dificuldade para contar o conteúdo de um texto que tenha acabado de ler? Muitas crianças e adolescentes sofrem com problemas ligados a falta de capacidade de reter algum tipo de memória.
Basicamente possuímos dois tipos de memória, a de curta duração e a de longa duração, também conhecidas respectivamente como memória anterógrada e retrógrada. A memória de curta duração é responsável pelo armazenamento de fatos e informações que ocorreram a pouco tempo. Entre essas informações estão por exemplo o nome de alguém que você tenha acabado de conhecer, o que você almoçou hoje, etc... Esse tipo de memória é extremamente importante para nos adaptarmos as ações de nosso dia-a-dia. Já a memória de longa duração armazena informações que dizem respeito a situações e fatos ocorridos em um passado mais distante. Entre esse tipo de informação estão dados como amigos de infância, a primeira namorada e assim por diante.
As dificuldades apresentadas na retenção de memória podem estar ligadas a inúmeras causas diferentes. Entre algumas dessas causas estão o uso de medicações, acidentes que causaram danos estruturais devido a traumas mecânicos, a falta de concentração ou atenção aos fatos que deveriam ser gravados, situações emocionais muito intensas que podem ocasionar perdas de informações especificas retidas em nossas memórias, doenças neurológicas e degenerativas também podem afetar nossas memórias.
Na pratica clínica fica muito evidente que diversos estudantes das mais variadas idades apresentam esse tipo de comprometimento. É muito frequente os pais desses estudantes interpretarem essas dificuldades como desleixo ou falta de interesse. Na realidade essas situações acontecem não pela falta de empenho e dedicação de seus filhos, mas sim por problemas que necessitam de uma orientação profissional especializada. Na maioria dos casos uma avaliação criteriosa e um acompanhamento especificamente desenvolvido para o aluno são capazes de diminuir muito os transtornos causados por esses problemas.
Uma das maneiras existentes para maximizar a capacidade de retenção da memória é trabalhar de maneira a associar diferentes tipos de estímulos. Assim é possível descobrir quais deles funcionam melhor com cada individuo. As vezes um aluno descobre que tem uma facilidade muito maior para armazenar informações que sejam associadas a imagens. Outros conseguem reter as informações mediante uma associação com diferentes tipos de som. Para outros a escrita sedimenta ou fortalece essa retenção. Basicamente devemos nos guiar de acordo com aquilo que é mais apropriado para cada individuo.
Existem também os casos onde a pessoa não consegue focar sua atenção para determinado fato, não tendo assim tempo suficientemente longo para gravá-lo. Essa dificuldade está geralmente ligada a incapacidade de manter os olhos focados em um objeto. Nossa mente precisa desse foco para armazenar os detalhes das imagens que vemos. Muitas crianças tachadas como hiperativas possuem essa dificuldade. Nesses casos um trabalho de flexibilização da musculatura ocular pode ajudar muito. Quando feito com crianças pode ser desenvolvido de maneira lúdica, através de brincadeiras e jogos. O aspecto mais importante desse trabalho é ser paciente e saber respeitar os limites de cada paciente. é um processo que deve se desenrolar sem pressa.
O aspecto mais relevante é que qualquer uma das dificuldades citadas acima devem ser encarada com muita seriedade pelos pais. Quanto antes a criança ou o adolescente tiver um suporte adequado menor serão as consequências de cunho educacional e psicológico.

Ass: Psicólogo Daniel Quadrado.

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

A importância do aspecto emocional na educação

Geralmente quando pensamos em educação associamos automaticamente a imagem do aluno ao raciocínio e a mente. Fomos criados para acreditar que toda nossa potencialidade está guardada em nosso cérebro. Desvalorizamos os aspectos emocionais envolvidos no processo de aprendizagem. Não quero dizer que o cérebro não seja importante, longe disso, apenas quero ressaltar a importância de valorizarmos os sentimentos e angústias de nossos filhos e alunos. A educação de maneira geral não dá atenção a esses aspectos, são raros os trabalhos que atendem satisfatoriamente as necessidades emocionais de nossas crianças.
Muitas vezes os pais procuram serviços de reforço escolar preocupados apenas em melhorar as notas de seus filhos, sem perceber que o mal desempenho escolar é reflexo de muitas causas além do estudo propriamente dito. Ajudar uma criança que sofre é um trabalho primordial para nossa sociedade, mas as escolas não tem condições de atender a essa necessidade. Esse tipo de trabalho precisa ser feito individualizadamente, precisa atender e entender as peculiaridades de cada situação e de cada pessoa. Percebo que muitas crianças sofrem sozinhas, sem conseguir achar alguém que as ajude a resolver seus problemas. Não podemos minimizar ou ignorar esse sofrimento, devemos dar apoio e suporte a essas crianças. Devemos escutá-las afim de entender seus problemas, para que assim possamos ajudá-las. Ninguém gosta de sofrer, e se gosta é porque está doente, as dores emocionais dessas crianças não são frescura ou manha, elas são reais. São dores e sentimentos que não aparecem em um raio x e que não podem ser curadas com remédios, como a gripe, mas mesmo assim são reais.
Não é fácil para os pais lidar com essa situação, milhares de mães e pais se sentem literalmente perdidos sem saber o que acontece com seus filhos e muito menos o que devem fazer para ajuda-los. Quando estamos envolvidos muito profundamente em uma situação é mais difícil de enxergar as coisas com clareza. Na vida sempre procuramos pessoas que possam nos auxiliar naquilo que não sabemos ou não conseguimos fazer, faz parte de nossa natureza somos seres sociais. Procurar auxílio para resolver as dificuldades que sentimos como pais não nos torna piores, admitir que algo fugiu de nosso controle muitas vezes pode marcar a retomada de nossa tranquilidade. Educar uma criança é difícil mas também é muito prazeiroso.

Ass: Psicólogo Daniel Quadrado

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Como evitar que seus filhos sofram muito com a separação dos pais?

É cada vez mais comum a separação de casais no Brasil. A sociedade evolui muito rapidamente e as mudanças ocorrem muitas vezes sem que possamos ter tempo para analisar direito o que está acontecendo. Com certeza é um avanço a possibilidade de admitirmos o fim de um sonho, como o casamento, sem medo de ir para o inferno ou de cometer um pecado.
Apesar da aceitação da separação de casais ser uma avanço social ela ainda trás consigo uma série de consequênciais que ainda não aprendemos direito a lidar. Para a criança que vê os pais se separarem restam muitas incertezas e inseguranças. Não quero dizer que não existe possibilidade de uma criança conseguir lidar bem com essa situação. Muito pelo contrário, acho que muitas vezes o término de uma situação difícil pode representar um recomeço na qualidade da relação existente entre o filho e seus pais.
Mas para que essa mudança realmente represente um ganho de qualidade de vida para a criança, cabe aos adultos alguns cuidados que as vezes são esquecidos por eles. A separação abala não só a criança. pois os pais estão muitas vezes admitindo para eles mesmos que não foram capazes de realizarem seus sonhos. O sentimento de incapacidade que aflora em uma situação dessas, nos leva muitas vezes a cometer ações impensadas e impulsivas. Claro que existem situações onde nem tudo é tão simples, onde acontecem coisas que podem realmente magoar profundamente as pessoas. Mas independente de quão difícil seja a situação não podemos nos esquecer da importância que tem para nossos filhos a sinceridade e ponderação de nossas atitudes .
Existem situações que devem ser evitadas para que as crianças sofram menos. Deve haver uma preparação sem pressa, da criança, para as mudanças que estão por chegar. Aos poucos os pais devem ir preparando seus filhos para a ausência de um dos pais. Mudanças bruscas como a repentina saída de casa de um dos pais, afetam muito as crianças. A briga e a rivalidade entre o casal não podem ser divididos com os filhos. Muito menos se deve usar a figura infância como peça de jogo nesse xadrez tão delicado. Como eu disse antes, essa é uma situação onde os nervos estão a flor da pele, onde agimos muitas vezes sem pensar direito. Porém isso não pode servir de desculpa para que coloquemos em risco a saúde emocional de nossos filhos. Atentar para detalhes, muitas vezes esquecidos nessas circunstâncias, pode ser um grande diferencial no desenvolvimento posterior de seus filhos.
Temos que nos adaptar da melhor maneira possível as mudanças que ocorrem. A nova concepção de família que estamos criando não é melhor nem pior do que a que conhecíamos antes. Não devemos temer e muito menos combater e prejulgar esses fatos, porém não podemos também estar inertes e indiferentes a nossas responsabilidades dentro dessas mudanças.

Ass: Psicólogo Daniel Quadrado.

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Dificuldade para ler e escrever

Muitas crianças apresentam dificuldade para ler e escrever. Existem diversas dificuldades que podem ocorrer nesses casos, entre elas estão a troca de letras e palavras, a dificuldade de gravar na memória textos ou livros, dificuldade de interpretar textos, dificuldade de aprender a ler, entre outras. A dificuldade pode ser resultado de um problema de visão não diagnosticado, por isso é importante levar a criança a um oculista para garantir que o déficit não esteja ligado a esse tipo de problema. Outras vezes a dificuldade é resultado de uma carência educacional, vivida pela criança em um período anterior. Existem matérias escolares, como a matemática e o português, que necessitam de um processo de aprendizagem que se desenrola em etapas. Nessas disciplinas se o aluno perde alguma etapa do processo ele acaba apresentando dificuldades. Crianças que mudam de país, ou até mesmo de região dentro de um mesmo país, podem apresentar esse tipo de dificuldade. Escolas de regiões diferentes tem maneiras peculiares de ensinar seus conteúdos a seus alunos. Assim a mudança de escola pode afetar o processo de aprendizagem, fazendo com que o aluno seja privado de algum conteúdo essencial para o seu futuro educacional. Nesses casos o professor, em um trabalho individualizado ou dirigido, pode perceber quais são os pontos em que o aluno acabou ficando sem determinado conteúdo e assim ajudá-lo.
Em outros casos essas dificuldades podem ser resultado de um stress emocional, vivido pela criança ou adolescente. Períodos conturbados da vida, sejam eles momentos de luto ou mudanças drásticas por exemplo, podem afetar diretamente o comportamento de nossos filhos. Essas mudanças podem levar a uma falta de concentração ou a um comportamento de revolta e desatenção. Nesses casos devemos estar atentos para os sinais que nossos filhos nos dão. Perceba se seu filho teve mudanças muito grandes em seu cotidiano, como ficar isolado de seus amigos, ficar mais calado, irritação exagerada, etc... Toda mudança radical pode sinalizar que algo está acontecendo. Nesse tipo de situação não se deve cobrar ou punir a criança, e sim tentar ouvi-la afim de ajudá-la. A paciência e o afeto são os melhores remédios nesse tipo de situação.
Se a mudança comportamental da criança estiver ligada a alguma perda significativa, como um caso de morte na família, deve haver um apoio familiar para essa criança. Quando perdemos alguém temos que viver a tristeza, a possibilidade de expor nossos sentimentos e o tempo são fortes aliados para superação de momentos de luto. Talvez você esteja se perguntando o que tem haver luto e dificuldade de aprendizagem, ou problemas emocionais e desempenho escolar. Na realidade temos que entender que a criança e o adolescente demonstram em seus comportamentos mais do que suas próprias vontades. Como um ser complexo, o humano é permeado por milhões de fatores que o afetam e o constroem. Mudanças emocionais e ou comportamentais certamente afetam o desempenho do papel de estudante por parte de nossos filhos. A compreensão de que os problemas vividos pela criança se desenvolvem a partir de fatores nem sempre óbvios, facilita muito o entendimento de seus comportamentos e dificuldades.
Existem também casos onde a dificuldade de aprendizado está ligada a algum fator neurológico. Nessas situações é primordial o entendimento de que as dificuldades vividas pela criança não são fruto de preguiça ou desinteresse por parte deles. Se você percebe que seu filho tem dificuldades que se manifestam desde que ele era pequeno, ou que essas dificuldades não parecem estar associadas a situações circunstanciais ou emocionais, é importante que você busque ajuda de algum profissional que possa lhe auxiliar no diagnóstico desses problemas. Quanto mais cedo uma criança com problemas neurológicos é diagnosticada maior a chance de que ela se adapte e sofra menos com isso. Existem maneiras de contornar essas dificuldades, ações que fazem com que a criança ou adolescente consiga se desenvolver sem as angústias e inseguranças tão peculiares aqueles que não tem o diagnóstico precoce. Ter um dificuldade ou uma doença não significa o término dos sonhos ou das possibilidades na vida de um ser humano. O importante é procurar a ajuda certa afim de que problemas pequenos não se transformem em grandes dificuldades.

Ass Psicólogo Daniel Quadrado.

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